Hightlight
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Estacionamento
Símbolo da emblemática cidade de Coimbra.
O relógio desempenhava um papel fulcral no quotidiano universitário. Por ele se pautava todo o funcionamento da instituição.
O actual, datado de 1866-67, é o último de uma longa série de relógios. Do mesmo modo, esta torre vem substituir, em 1728, aquela que até então exercera idênticas funções.
Segundo os Estatutos velhos, o relógio da Universidade devia andar meio quarto de hora atrasado em relação ao relógio da cidade.
Dos quatro sinos que se abrigam na torre, o mais conhecido é o que ocupa a face voltada para o rio, e a que é dado desde há muito o nome de cabra.
Ainda hoje este sino se faz ouvir, ao fim da tarde, e no dia seguinte se for lectivo. Da mesma forma, a partir das sete e trinta da manhã, ouve-se de novo o seu tocar, acompanhado agora por outro sino. A este, por ter maiores dimensões e um som mais grave, a gíria estudantil dá-lhe um nome idêntico a cabra, mas em grau aumentativo.
Hoje como no passado, os sinos também convocam a comunidade académica para os actos solenes realizados na Sala Grande, do mesmo modo que dobram em tom fúnebre pela morte de um professor.
A Torre pode ser visitada, mediante a aquisição de um bilhete de ingresso próprio e sempre por um número restrito de pessoas. Ainda que não ultrapasse os 34 metros de altura, um «panorama surpreendente» pode ser desfrutado por aqueles que se dispõem a vencer os 180 degraus do edifício.
A visita é desaconselhada a pessoas com problemas cardio-respiratórios, ou que sofram de claustrofobia ou vertigens.




